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segunda-feira, 30 de junho de 2008

Euro 2008 - XIX


Alemanha 0 - Espanha 1

Quarenta e quatro anos depois, a Espanha volta ao estatuto de Campeã da Europa, após bater, na final, a Alemanha, por uma a zero.

Mereceram, com certeza, os espanhóis que, após os primeiros quinze minutos do jogo dominados pela selecção alemã, conseguiram dar a volta e impor a sua maneira de jogar, envolvente e desconcertante.

Os alemães acusaram esta mudança radical e, aos 33 minutos, o génio de Fernando Torres, verdadeiramente incansável, cheio de garra e que já tinha ameaçado com uma bola à barra da baliza adversária, foi decisivo para levar a melhor sobre a defesa alemã e picar a bola por cima do guarda-redes Lehmann.

A segunda parte do jogo foi, quase, uma fotocópia dos primeiros 45 minutos, com os alemães a pressionarem durante o primeiro quarto de hora para, depois, levarem com verdadeira lição de futebol, administrada por uma equipa extremamente coesa e batalhadora, onde não houve lugar a vedetismos absurdos.


O seleccionador Luís Aragonés, que abandonou o cargo após este torneio, sai com um merecido título no bucho, fazendo lembrar, a nós, portugas, o que devia ter acontecido com Scolari e com a selecção nacional.

A nossa selecção não soube aproveitar e, à semelhança de outras andanças mundanas, onde os espanhóis vão entrando cá no burgo, também no futebol se viu a diferença.

Depois de termos sido eliminados, precisamente, pela Alemanha, valha-nos o sabor, algo amargo para muitos, da vingança Ibérica que “nuestros hermanos”, sabiamente, nos proporcionaram.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Euro 2008 - VIII

As meias-finais do Euro 2008 não trouxeram grandes surpresas em termos de resultados finais, ainda que pouca gente esperasse ver a Turquia a dar tanta luta à Alemanha.

Alemanha 3 – Turquia 2

A história do jogo resume-se aos 100% de eficácia dos alemães que, com três remates à baliza contrária, marcaram três golos, o último dos quais já em período de compensação.

Quanto aos turcos, surpreenderam mais do que pela positiva e, porventura, até mereciam, mais do que a equipa germânica, passar à final.

Rússia 0 – Espanha 3

Depois dos quatro a um, na fase de grupos, a Espanha voltou a impor-se à Rússia, que esteve muito longe das três ultimas exibições, desta vez por três a zero.

O segredo da Espanha foi muito simples e passou por manietar o meio campo russo, não permitindo qualquer tipo de passe, em condições, que pudesse lançar algum dos pontas de lança da equipa de leste.

Depois foi agarrar no jogo e aproveitar, da melhor maneira, algumas das oportunidades que foram sendo construídas.

Com tanta eficácia, ainda que vinda de escolas diferentes, a final de Domingo afigura-se como sendo um jogão.

Não é segredo que não me importava que o burgo passasse a ser mais uma província de Espanha e, como tal, vou, obviamente, torcer pelos espanhóis na final de Domingo, sem bandeiras penduradas nas janelas de casa nem cachecóis a adornarem os estofos e o tablier da carrinha, claro está.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Euro 2008 - VII

Após a eliminação de Portugal, com ou sem surpresa, os restantes jogos dos quartos de final deste Europeu trouxeram alguns resultados considerados, por muita da populaça entendida nestes meandros, como inesperados.

Ressalvo, no entanto, que, pelo que vi, estes resultados são justos, por tudo o que as diversas equipas fizeram nos vários jogos destes quartos de final.

Ou seja, mesmo naqueles jogos em que se teve que recorrer às grandes penalidades para apurar um vencedor, o resultado foi justo e nada teve a ver com a chamada “lotaria dos penaltis”.

Croácia 1 – Turquia 3 (Após grandes penalidades)

A mais cotada Croácia bem que tentou, e lá foi conseguindo estar em vantagem durante grande parte do jogo, mas os turcos, considerados teoricamente mais fracos, demonstraram o que é ter garra e que nada está perdido até ao apito final, empatando a jogatana já em período de descontos do prolongamento.

Holanda 1 – Rússia 3

Digamos que este foi, até agora, “o jogo” do Euro 2008, onde, mesmo os mais totós no que toca a futebol, perceberam o que é uma lição na arte de bem jogar.

Os Russos dominaram, sem dúvida, e só mesmo a genial eficiência de Van Nistelrooy, ao empatar o jogo perto do final regulamentar, permitiu, aos Holandeses, acalentar alguma esperança para o prolongamento.

Esqueceram-se dum gajo chamado Arshavin que jogou, marcou, deu a marcar e, se é que não o recebeu, merecia o título de melhor do jogo.

Um jogão e a confirmação do que, para muitos, era, no mínimo, pouco plausível: a Rússia é uma séria candidata ao título.

Espanha 4 – Itália 2 (Após grandes penalidades)

22 de Junho de 2008 fica marcado na história do futebol Espanhol, primeiro, porque a selecção de “nuestros hermanos” não batia, em jogos oficiais, a sua congénere Italiana desde 1920, ou seja, há 88 anos, e, segundo, porque quebraram um jejum de presenças num Europeu de 24 anos.

O jogo não foi, nem de perto nem de longe, nada espectacular. Antes pelo contrário, foi estupidamente maçudo, fruto das cautelas excessivas por parte das duas equipas, bem patente no resultado de zero a zero no final do prolongamento.

Ainda assim, o resultado das grandes penalidades premeia a equipa que mais fez pela vida durante os 120 minutos de jogo.

Dias 25 e 26 jogam-se as duas meias-finais com a Alemanha a defrontar a Turquia (pelos vistos desfalcada duma porrada de jogadores, ao ponto de ter que colocar o terceiro guarda-redes a jogar numa outra qualquer posição) e a Rússia a jogar contra a Espanha.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Euro 2008 - VI

Portugal 2 – Alemanha 3

A euforia tem destas coisas, tal como “o cantar de galo”, e, quando todos os entendidos teimavam na tese de que a Alemanha era o melhor adversário que a super equipa, Portugal, poderia querer nos Quartos de Final, eis que o conjunto orientado pelo gajo que ficou a ver o jogo da tribuna se impõe e manda a selecção lusa com os porcos.

Os senhores jogadores alemães bem avisaram que sabiam como travar o Cristiano Ronaldo, e o tal do Schweinsteiger foi o primeiro a dizer que sabia qual o segredo para fazer o Ricardo passar por figura de urso, coisa que não se afigurava difícil e que ficou bem explícita nos dois golos, marcados pelos germânicos, de bola parada.

Portugal jogou muito bem e acho que vale a pena valorizar as excelentes prestações de Deco e Nani.

Portugal até jogou melhor do que a Alemanha e, parafraseando o sempre ignóbil comentador de serviço, ganhou, por larga margem, nas estatísticas dos remates à baliza adversária, tempo de posse de bola e, sobretudo, nos cantos marcados.

A Alemanha foi extremamente eficaz e esse é um factor primordial, que faz a toda a diferença num jogo de futebol, onde, relembro ao senhor comentador, o que conta são os golos no final dos noventa minutos, acrescidos dos minutos suplementares de desconto, e não a porra das estatísticas nem as comparações com jogos anteriores, leia-se de anos já mais do que passados, entre as duas selecções.

Scolari disse, na entrevista rápida após o jogo, que sai de consciência tranquila e com o sentimento de dever cumprido, agora que vai treinar o Chelsea.

Pelo que fez, durante os anos em que esteve à frente da selecção Nacional, Scolari merecia mais e, no mínimo, sair cá do burgo com um título no bucho.

À populaça eufórica resta-lhe ir receber a equipa ao aeroporto, lavar as bandeirinhas, bandeirolas e bandeironas, lavar as “t-shirts” de manga cava com o nome do Ronaldo estampado nas costas e guardar tudo, juntamente com as cornetas e apitos, até uma próxima oportunidade.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Euro 2008 - V

Acabou a fase de grupos do Euro 2008, com algumas surpresas ou, no mínimo, situações menos esperadas.

A França, sempre poderosa e bem cotada, foi com os porcos, sem conseguir, sequer, uma mísera vitória.

A Turquia, mercê da espectacular reviravolta frente à República Checa, ficou em primeiro lugar no grupo A, em igualdade pontual com Portugal.

Curiosamente, ou não, porque já se sabia que era uma equipa relativamente fraca,a Grécia, carrasca de Portugal há uns anos a esta parte, foi a única equipa que foi mais cedo para casa sem conseguir um pontinho para amostra.

Quanto ao próximo adversário de Portugal, a sempre poderosa Alemanha, teve que fazer pela vida para passar à fase seguinte da competição e, segundo dizem os peritos na matéria, não está com a pujança de outros anos, o que, dizem, pode ser benéfico para a selecção Nacional.

Ainda que sempre considerada como sendo uma equipa forte, a grande surpresa tem sido a Holanda, treinada pelo conhecido Marco Van Basten, que tem ganho tudo, com actuações muito convincentes, quer da equipa principal quer, no caso do jogo contra a Roménia, da equipa dos suplentes.

Assim sendo, e resumindo e baralhando, as qualificações nos diversos grupos ficaram assim ordenadas:

GRUPO A
1º - Portugal – 6 pontos
2º - Turquia – 6 pontos
3º - Suíça – 3 pontos
4º - Rep. Checa – 3 pontos

GRUPO B
1º - Croácia – 9 pontos
2º - Alemanha – 6 pontos
3º - Áustria – 1 ponto
4º - Polónia – 1 ponto

GRUPO C
1º - Holanda – 9 pontos
2º - Itália – 4 pontos
3º - Roménia – 2 pontos
4º - França – 1 ponto

GRUPO D
1º - Espanha – 9 pontos
2º - Rússia – 6 pontos
3º - Suécia – 3 pontos
4º - Grécia – 0 pontos

Os próximos jogos, quartos de final, prometem mais emoção.

Dia 19 de Junho – Portugal x Alemanha
Dia 20 de Junho – Croácia x Turquia
Dia 21 de Junho – Holanda x Rússia
Dia 22 de Junho – Espanha x Itália

domingo, 15 de junho de 2008

Euro 2008 - IV

Suiça 2 – Portugal 0

Pois é, há quem afirme que a selecção são os vinte e não sei quantos jogadores convocados, mas a verdade é que Portugal não tem duas equipas, tendo ficado muito claro que a equipa Nacional se apoia em meia dúzia de pedras fundamentais e que nem mesmo os, normalmente, não titulares de renome e bom jogo se aguentam sem o apoio dos pilares, ainda que face a uma equipa teoricamente mais modesta.

Não acredito que o senhor Scolari tenha lido o que tenho escrito no Sempre a Produzir, mas, na eventualidade de que tal tenha

acontecido, deve ter havido um tremendo mal entendido, muito provavelmente devido ao acordo ortográfico.

Quando, no post anterior relativo ao Euro 2008, me referi a experimentar outras soluções, não quis, de todo, dizer que apresentasse uma equipa de terceira categoria nem, tão-pouco, que pusesse a jogar aquela nulidade que dá pelo nome de Miguel Veloso, que não fez mais do que passear o seu duvidoso penteado pelo campo fora.

Confesso que, apesar das quatro, ou cinco, oportunidades de golo que desperdiçou na primeira parte, ao ver Portugal jogar e ao ouvir as, já habituais, baboseiras do comentador, durante essa mesma primeira parte, celebrei efusivamente o primeiro golo da Suiça, de tal modo que a minha querida mulher pediu-me que baixasse o tom não fosse algum vizinho mais zeloso e patriota vir bater à porta a pedir explicações.

Como já vem sendo hábito, Portugal descansou sobre os louros previamente obtidos e, em vez de sair em grande desta primeira fase do campeonato, saiu pela porta dos fundos, dignamente humilhado pela equipa anfitriã.

Quanto à prestação dos habituais fanáticos no pós-jogo, caso não se saiba, tirei estes últimos dias de férias, e nada melhor do que o profundo silêncio resultante da falta de alarido e buzinadelas vindas da populaça, que, habitualmente, deita os foguetes antes da festa ter acabado, para dormir sossegado e preparar o trabalho que amanhã recomeça.

De certeza que, hoje, a equipa nacional terá a mesma oportunidade.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Euro 2008 - III

República Checa 1 – Portugal 3

Finalmente, vejo Portugal a jogar bem, com mais garra, mais entrosamento e menos individualismo, ou seja, mais equipa.

Deco foi, mais uma vez e sem sombra de dúvida, o melhor jogador em campo, ainda que a UEFA tenha atribuído este título a Cristiano Ronaldo.

Os entendidos na matéria continuam a achar que Nuno Gomes jogou muito bem… Eu continuo a achar que o rapaz não faz falta nenhuma e que outros existem capazes de fazer mais do que “cheirar” o golo.

O próximo jogo, contra uma equipa, teoricamente, bem mais fraca, poderia servir de ensaio para outras soluções além do capitão Português.

Quanto aos comentadores, continuo a achar que são estão demasiadamente confiantes, como se tudo fossem facilidades e a equipa Nacional estivesse a anos-luz das demais. Desta vez, houve um Humberto Coelho para pôr um certo travão em algumas das baboseiras do comentador de serviço.

E continuo sem entender tanto empolgamento da populaça, que passa por aqui à porta a festejar como se já fossemos campeões, sem se preocupar com a falta de combustíveis que assola o burgo.

Adeus República Checa. Venham de lá os anfitriões!

sábado, 7 de junho de 2008

Euro 2008 - II

Portugal 2 – Turquia 0

No seu jogo inaugural, a equipa Nacional cumpriu a missão, sem, no entanto, deslumbrar.

Na minha modesta opinião, Deco voltou a provar que é peça fundamental na forma de jogar de Portugal, assumindo, como sempre, a posição de distribuidor de jogo.

Por outro lado, continuo sem entender a persistência em apostar em Nuno Gomes que, apesar das duas bolas que enviou à barra, não faz mais do que “estar à mama” e esperar que o esférico lhe caia à frente dos pés para tentar fazer o golo.

Acho que, com a entrada do Nani, e consequente saída de Nuno Gomes, e a alteração do esquema de jogo, a equipa ganhou outras capacidades de ataque.

Pepe, um defesa de raiz, mereceu marcar primeiro golo de Portugal e, a avaliar pelo seu posicionamento em campo, talvez devesse era jogar ao ataque.

A jogada do segundo golo valeu, praticamente, pelo jogo todo, com a excelente arrancada do Ronaldo, a espectacular finta, e visão de jogo, do João Moutinho e a finalização do Raul Meireles.

Nota negativa para o comentador principal da TVI que, especialmente na primeira parte, não fez mais do que dizer que Portugal estava a ganhar aos pontos, quando a equipa nacional ainda não tinha marcado nenhum golo.

Devo dizer que a coisa estava de tal forma a enervar-me que, a dada altura, já ansiava pelo golo da Turquia só para obrigar este senhor a parar de dizer tantas baboseiras.

Talvez seja bom relembrar o senhor comentador que são os golos que ditam o desfecho dum jogo e não as estatísticas de posse de bola, de cantos, de quilómetros percorridos pelos diversos jogadores ou de bolas enviadas à trave.

Neste jogo, a sorte esteve do lado do comentador…

E atenção ao fulgor da populaça… Depois do jogo, saiu tudo à rua, aos gritos e buzinadelas, como se Portugal já estivesse na final, quando a equipa das quinas não fez mais do que limitar-se a jogar contra uma equipa bem mais fraca, e, muitas vezes, as mais altas expectativas podem, muito bem, sair goradas.

Parabéns à equipa e venha de lá a República Checa.

domingo, 1 de junho de 2008

Euro 2008 - I

Já toda a gente sabe que futebol é daqueles entreténs raros no meu quotidiano, mas lá arranjei noventa minutos da minha tarde de Sábado para ver a selecção Nacional cumprir com o seu dever e enfiar dois míseros secos à fraca congénere da Georgia.

Ainda que não pretenda, nem sequer tenha aspirações a tal, ser um daqueles treinadores de bancada tão férteis cá no burgo, exerço, neste espaço, o meu direito a analisar alguns detalhes do amigável evento e o desmpenho dos jogadores da nossa selecção.

Portugal alinhou, de inicio, com aquele que se supõe ser o onze base de Scolari para o campeonato que se avizinha, e que, salvo uma ou outra excepção, até que não jogou mal, se bem que, se vão jogar assim contra equipas mais fortes do que este fraco opositor, é bom que se preparem para uns quantos calafrios ou, até mesmo, para substituir os sorrisos por lágrimas e expressões carrancudas e tristes.

Ainda que sem deslumbrar, a equipa nacional jogou bem na primeira parte e foi-se abaixo na segunda metade, fruto dum fraco entrosamento entre os jogadores, demasiado individualismo e a falta, claríssima, até mesmo para os leigos, dum distribuidor de jogo como o luso-brasileiro Deco.

Ricardo pouco se mexeu e até parecia que estava com arrepios de frio, os mesmos que muita da populaça nacional deve ter sentido quando teve que aparar um dos poucos remates feitos pela equipa adversária.

Ricardo Carvalho mostrou-se, como sempre, muito seguro em todas as vezes que interveio.

Petit jogou bem e mostrou que continua a merecer a confiança de Scolari e um lugar na selecção.

João Moutinho é baixote e, talvez por isso, viu-se pouco no jogo. Valeu-lhe o golo (bonito, sem ser espectacular) e mais uma ou outra intervenção.

Pepe mostrou-se muito activo e jogou, pode-se dizer, bem.

Bosingwa, que deve significar Silva, Nunes, Gonçalves ou outro apelido comum cá do burgo, jogou muito bem, com frieza e umas excelentes arrancadas que deixaram os opositores a léguas de distância.

Cristiano Ronaldo, o melhor do mundo, ou em vias de o ser, apareceu pouco no jogo e pouco producente, como já começa a ser costume quando se trata de jogos da selecção. Ainda assim, vê-se que, quando toca na bola, há aquela magia que pode desequilibrar os pratos da balança a qualquer momento.

Deco foi, na minha opinião, o melhor em campo. Jogou muito bem e mostrou, mais uma vez, ser um excelente distribuidor de jogo.

Paulo Ferreira cumpriu a sua missão e foi o único que jogou os 90 minutos

Simão jogou bastante bem e marcou o segundo golo de Portugal, de grande penalidade bem executada com a tal da paradinha em que é, pelos vistos, mestre.

Nuno Gomes… Só percebi que estava a jogar, ou melhor, dentro do campo, quando foi substituído na segunda parte do encontro.

Quim, que passou a ser o capitão da equipa com a saída do Gomes, mostrou confiança sempre que interveio e impediu o golo da Georgia com uma excelente defesa.

Raul Meireles jogou bem e pouco mais.

Miguel integrou-se muito bem no jogo e teve uma excelente prestação.

Nani mostrou uma excelente capacidade, visão de jogo e teve uma óptima prestação.

Hugo Almeida jogou ao seu nível e cumpriu com a sua missão.

Quaresma apareceu muito bem no jogo, talvez até melhor do que Cristiano Ronaldo, com muita garra e um excelente remate, que quase fazia voar a baliza adversária com o impacto produzido ao embater na trave.

Fernando Meira foi outro que cumpriu com a sua missão.

Helder Postiga mostrou que é bem melhor do que Nuno Gomes, ao aparecer, frequentemente e bem posicionado, nas jogadas de ataque.

Bruno Alves jogou muito bem.

Miguel Veloso foi outro que pouco apareceu no jogo e que só se percebia que estava dentro das quatro linhas quando se via aquele corte de cabelo, e respectivo penteado mal parido, a passar em frente à câmara.