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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A pica polémica

A vacina que está a ser usada cá no burgo contra a gripe A não foi aprovada em alguns países, nomeadamente nos Estados Unidos, por conter substâncias na sua composição que podem, dizem alguns entendidos na matéria, causar danos à saúde dos que a tomam.

Na Alemanha, membro de pleno direito da nossa querida União Europeia, há muita populaça a recusar a vacina uma vez que é sabido que governantes e funcionários públicos de alto gabarito foram vacinados com outra substância que não a tal da Pandemrix.

Há, inclusive, quem diga, na Alemanha, que os potenciais riscos ultrapassam os benefícios.

Nesta santa terrinha, o Infarmed, entidade que regula estas tretas cá no burgo, segue, à risca, as orientações fornecidas pela Agência Europeia do Medicamento que diz que o benefício foi considerado superior ao risco.

No entanto, há muitos profissionais de saúde que, vá-se lá saber porquê, recusam-se a ser vacinados…

Um alto carola do meio da Bioética já veio dizer que é natural, dado que estão mais envolvidos no meio, sabem, naturalmente, mais do que o resto da populaça do ponto de vista técnico e científico e sabem que não há ainda resultados realmente sólidos que permitam decidir, com clareza, se o cidadão deve ser vacinado.

Cá por mim, eles lá têm as suas razões…

terça-feira, 11 de agosto de 2009

O crime da propagação

Num curto espaço de tempo, e tal como tinha sido apregoado por um alto carola responsável pela saúde cá do burgo, o número de infectados pelo vírus da Gripe A aumentou de forma assustadora, ainda que não se tenha chagado, por agora, ao nível de pandemia tão temido pelas autoridades e pela populaça cá do burgo.

Casos houve, e, pelos vistos, continuam a haver, que levaram a Ministra da Saúde, Ana Jorge, a acusar alguma populaça contagiada, em risco de, ou com familiares infectados, de terem um comportamento anti-social e de manterem os seus hábitos diários ou irem a certos locais numa de contagiar outros cidadãos e contribuir, desta forma, para a propagação da doença.

No meio de tantos casos divulgados diariamente nos órgãos de comunicação social, lembro-me de comentar a falta de bom senso – vulgo verdadeira cretinice – de uns pais que, regressados duma viagem ao México, não tomaram as devidas providências e mantiveram a criança no infantário, sem sequer avisar que tinham estado no país onde, precisamente, a Gripe A teve a sua origem.

A ministra até é capaz de ter alguma, ou muita, razão ao fazer semelhantes, e tão preocupantes, acusações e resta saber até que ponto é que as autoridades estão preparadas para levar a tribunal alguém suspeito de cometer semelhante crime que pode levar a uma condenação que pode ir, segundo a lei cá do burgo, até aos oito anos de prisão.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Sem razões para alarme, mas…

Dizia eu que começa a ser preocupante esta coisa da Gripe A, especialmente quando vemos a maleita a aproximar-se de certos limites geográficos demasiadamente próximos da nossa zona habitacional.

Na altura, referia-me à tal escola em Benfica mas hoje levo com a notícia de dois casos em estabelecimentos de ensino de Mem Martins, precisamente onde a famelga tem o seu ninho.

Às oito e meia da noite o telemóvel toca e confesso que senti um pequeno baque quando vi que era uma chamada do colégio da pequena cria.

Nada de especial, afinal, mas a coisa assemelha-se ao que referia num dos posts anteriores com a tal história do amigo da amiga do irmão, blá, blá, blá…

Nada de especial porque não há razões para alarmismos, mas o que é certo é que a directora do infantário da nossa traquina ligou para comunicar que o irmão duma aluna frequenta um dos colégios onde foi detectado um caso da gripalhada.

Não há razões para alarme mas a porra da maleita anda muito próxima.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Gripe A

Na sequência do post anterior, aqui ficam alguns links sobre a porra da maleita, nomeadamente o que é a Gripe A, como se contrai, quais os sintomas e como prevenir a gripalhada.

Começa a preocupar…

Esta coisa da Gripe A começa a preocupar este Vosso interlocutor, especialmente quando se verifica que, nos últimos dias, o número de casos infectados com o cabresto do vírus tem aumentado de forma assustadora, tendo em conta a pequenez deste burgo à beira mar plantado.

Começa a preocupar quando se ouve um altíssimo carola, com altíssimas responsabilidades no que toca à saúde da populaça, dizer, alto e bom som num qualquer telejornal, que o número de infectados poderá, num curto espaço de tempo, ascender a uma centena e que 25% da populaça cá do burgo poderá estar infectada lá por alturas do Outono.

Começa a preocupar quando percebo que a coisa está, efectivamente, próxima de certos limites geográficos, atendendo à notícia da RTP que dá conta do encerramento do Externato das Pedralvas, já aqui ao lado, por causa de cinco casos confirmados da porra da gripalhada.

E este mundo é muito pequeno...

Sei lá eu se a amiga do amigo da amiguinha do amiguinho que é primo do amigo da amiga da irmã da amiga da minha pequena cria não tem uma amiga que é amiga do amigo do irmão duma das crias infectadas.