quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Coisas do quotidiano

- Logo pela manhã, ao sair de casa, o incrivelmente saboroso cheiro a terra molhada, fruto de alguma chuva que se fazia sentir, e o maravilhoso som dos trovões. A merda é que a saída matinal era para ir trabalhar.

- Não que seja um acérrimo racista, mas começa a ser bestialmente incomodativo quando um gajo se apercebe que 70% dos lugares duma qualquer carruagem dum qualquer comboio são ocupados por negros, na sua maioria a tresandar a cebola podre.

Aliás, começa a ser bestialmente incomodativo quando se ouve falar mais crioulo, português com sotaque brasileiro, moldavo, russo ou ucraniano, coisa que, para o efeito, é igual ao litro, do que a língua genuína cá do burgo.

- A senhora, já nos seus cinquentas e qualquer coisa, que, numa qualquer avenida de Lisboa, paga o estacionamento à Emel mas que não tem verba para almoçar.

Assim sendo, comprou uma sandes baratucha ou, pareceu-me, trouxe o farnel de casa, assentou arraiais no banco de trás da viatura a cair de podre, descalçou-se, meteu as patas fora do carro e petiscou o almoço, antes, decerto, de voltar à azafama laboral.

1 comentário:

Popper disse...

Passei por aqui e gostei. Voltarei. Abraço.