terça-feira, 5 de dezembro de 2006

Nem pensar (por agora…)

Depois das notícias vindas, ontem, a público sobre uma eventual coligação entre o PSD e o PS para a Câmara Municipal de Lisboa, o manda chuva da concelhia socialista de Lisboa, Miguel Coelho, já afastou esta hipótese, mantendo-se firme à premissa de que o papel do PS na autarquia é ser oposição.
Como sempre, este diz que disse deixa muito a desejar e, como em política é frequente assistirmos a grandes volte face, já que o que hoje é a realidade amanhã pode passar a ser algo menos conveniente, o melhor é que a populaça lisboeta se mantenha calma e serena na expectativa da evolução dos acontecimentos.

Merdice do dia

Recentemente, a moda internacional esteve na berlinda, já que os organizadores de alguns certames começaram a impor um peso mínimo às modelos para que possam desfilar
Para aquelas que não querem emagrecer demais, esta pode ser a solução…

segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

CML

Será que podemos considerar a notícia, trazida a público por um dos matutinos cá do burgo, de que Carmona Rodrigues está a tentar negociar uma aliança com o Partido Socialista para a CML como uma novidade ou esta era uma realidade esperada, depois da rotura com o CDS-PP?

Certo é que a discussão e votação do orçamento para 2007 da autarquia foi adiada para dia 11, já que o Presidente da Câmara entendeu que era necessário dar mais tempo a todos os vereadores para analisarem, mais em pormenor, a proposta de orçamento e, desta forma, poderem contribuir de uma forma mais eficiente para a mesma.

Será que estamos perante uma daquelas situações que juntam o útil ao agradável e Carmona está numa de ganhar tempo de modo a poder concluir a referida aliança?

Aproxima-se o Natal

Uma hora e meia deste fim-de-semana foi o tempo necessário para montar a árvore de Natal, sóbria mas, ao mesmo tempo, bonita e eficiente.
Eficiente, sim, porque foi posta à prova pelo bom gosto da cria e, a avaliar pela reacção da bebé, a árvore passou no teste.

Este Natal reveste-se, para nós, de um significado especial e fácil de entender, já que é o primeiro Natal passado a três.

No entanto, há outra realidade que, aparentemente, vai levar a que seja um Natal diferente, porque estou deveras inclinado a fazer uma coisa da qual não sou nada adepto e entrar na onda do consumismo que sempre critiquei.

Errado, eu sei, mas fazemos questão de encher o soalho, à volta da base da árvore, com embrulhos para que a pequena criatura se possa entreter a rasgar os papéis coloridos, cheia de curiosidade em ver o que está lá dentro.

Errado, porque já me estou a imaginar enfiado no meio de filas intermináveis para, no final, ter que sacar dos cheques e dos cartões e pagar uma montanha de presentes que vão encher a bagageira da carripana.

Errado, porque a economia nacional não está para brincadeiras, a economia familiar muito menos e é uma estupidez chegar ao fim do mês com a corda na garganta.

Errado, eu sei, porque o verdadeiro espírito natalício nada tem a ver com este consumismo mundano a que, inevitavelmente, assistimos nesta época do ano.

Merdice do dia

Com as novas regras que o governo quer aplicar à lei laboral, a populaça vai ter que ter outros hábitos se quiser continuar a ganhar uns euros ao fim do mês…

Lido noutros blogs

- Pecados extremos, no Blogoperatório

Agradecimentos

Ao Do Portugal Profundo e ao Desculpe Qualquer Coisinha pelos links ao Sempre a Produzir.

domingo, 3 de dezembro de 2006

Merdice do dia

Num destes fins de tarde, ao entrar no comboio, notei que uma das secções da carruagem estava impregnada com um cheiro nauseabundo.
Ainda pensei que se tratasse dum daqueles perfumes rascas que algumas mulheres persistem em usar e que ficam entranhados nas narinas da populaça, causando enormes comichões no nariz, mas, depois de meditar um pouco sobre o cheiro, cheguei à conclusão que estamos em plena época de constipações e que tudo pode acontecer na sequência dum espirro…

O bordão da justiça

Há valores que pautam a vida dum homem, e justiça é, no meu caso, um deles.

É daquelas coisas na vida que pode demorar muito tempo, mas acaba sempre por chegar.

Em vésperas de fim-de-semana prolongado, ainda quinta-feira, fui bombardeado com uma série de novidades que me deixaram, no mínimo, satisfeito.
Por razões de ética, outro valor que muito prezo, não vou abordar neste espaço essas notícias, mas digamos que se tratam de um bom prenúncio do que é, utilizando uma expressão tão do agrado de um amigo, o bordão da justiça.
Na sexta-feira, feriado nacional, o fim da tarde trouxe mais boas notícias para quem, no mínimo, como eu, simpatiza com o Benfica.
Os lagartos levaram dois secos do glorioso e a dureza da justiça não foi maior porque a maldita trave e, noutra ocasião, a perna do guarda-redes Ricardo estavam no caminho da bola.
Em todo o caso, o bordão da justiça esteve presente e actuou em pleno.
A nível internacional, o bordão da justiça já se vem manifestando há algum tempo em Cuba mas, desta vez, mostrou ser implacável ao ditar a não aparição em público do ditador Fidel Castro durante as comemorações do dia nacional que se celebraram no sábado.

Já hoje, domingo, e ainda com um país da América Latina como pano de fundo, o bordão da justiça decidiu que era chegada a hora de infligir uma valente porrada no velho ditador Chileno, Augusto Pinochet, e aplicou-lhe, segundo as notícias, com um violento ataque de coração.
É como vos digo… A justiça tarda, mas não falha.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

Merdice do dia

Com dedicatória ao meu caro amigo Tango que, num daqueles dias de voltas e voltas pelas avenidas e ruelas de Lisboa, desatou aos berros para que eu parasse o carro e correu a refugiar-se atrás dum arbusto para aliviar a pressão que lhe incomodava a bexiga.
Confessa lá, meu caro… Era mesmo a bexiga ou eram os intestinos?