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terça-feira, 2 de outubro de 2007
Tabela Periódica dos Elementos Químicos
NITROGÉNIO
Elemento gasoso, incolor, pertencente ao Grupo V da Tabela Periódica com Z = 7.

Configuração electrónica: 1s2 2s2 2p3.
MA = 14,0067.
D = 1,2506 g.L-1.
PF = -209,86°C.
PE = -195,8°C.
Ocorre no ar (cerca de 78% em volume) e é constituinte essencial de proteínas e ácidos nucleicos dos organismos vivos.
Foi descoberto em 1772 por Daniel Rutherford. Mais tarde, recebeu da parte de Lavoisier a designação de "azoe" para, definitivamente, passar a chamar-se nitrogénio, graças a Chaptal, em 1790.
Foi descoberto em 1772 por Daniel Rutherford. Mais tarde, recebeu da parte de Lavoisier a designação de "azoe" para, definitivamente, passar a chamar-se nitrogénio, graças a Chaptal, em 1790.
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Tab Periódica Elementos
Pequeno esquecimento
Os tipos do SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) até que são uns gajos humildes e porreiros, para não os chamar de otários e ingénuos, quando dizem que acreditam que a exclusão deste organismo da Interpol e da Europol, no âmbito da nova lei que estabelece a organização da investigação criminal cá no burgo, foi um mero lapso de memória de quem elaborou a referida lei.
Ainda que tenham razão, e que, realmente, tenha havido um esquecimento, não deixa de ser absolutamente ridículo e, porque não, imperdoável deixar de “fora da lei” o organismo que mais lida com a imigração ilegal cá do burgo.
Ainda que tenham razão, e que, realmente, tenha havido um esquecimento, não deixa de ser absolutamente ridículo e, porque não, imperdoável deixar de “fora da lei” o organismo que mais lida com a imigração ilegal cá do burgo.
Tolerância dois ou três ou quatro
Foi sol de pouca dura aquela história, nas palavras do novo Presidente da Câmara de Lisboa, da tolerância zero para o estacionamento irregular, e, depois de cerca de uma semana de acalmia, durante a qual comerciantes, residentes e cidadãos mais atentos puderam confirmar uma verdadeira melhoria, fruto da pressão exercida pelas autoridades (in)competentes, o caos continua a fazer sentir-se.
Coincidiu, com a notícia hoje publicada, a minha ilustre personalidade ter tido que deslocar-se a um hospital da capital, e devo dizer que é vergonhoso e ultrajante ver nove carros estacionados em cima do passeio e qualquer coisa como uma dúzia de outras viaturas paradas em segunda e terceira filas, com os quatro piscas ligados, nas imediações dum hospital, prejudicando, inclusive, a normal passagem de ambulâncias.
Por muito que custe encontrar um buraco para deixar a carripana e pagar o muito caro estacionamento, torna-se necessário que, a par duma real e continua fiscalização por parte das autoridades, haja senso comum por parte dos cidadãos que tanto se queixam, mas que nada fazem para melhorar a situação.
Coincidiu, com a notícia hoje publicada, a minha ilustre personalidade ter tido que deslocar-se a um hospital da capital, e devo dizer que é vergonhoso e ultrajante ver nove carros estacionados em cima do passeio e qualquer coisa como uma dúzia de outras viaturas paradas em segunda e terceira filas, com os quatro piscas ligados, nas imediações dum hospital, prejudicando, inclusive, a normal passagem de ambulâncias.
Por muito que custe encontrar um buraco para deixar a carripana e pagar o muito caro estacionamento, torna-se necessário que, a par duma real e continua fiscalização por parte das autoridades, haja senso comum por parte dos cidadãos que tanto se queixam, mas que nada fazem para melhorar a situação.
Electricidade 2008
Há uns meses atrás, falei, aqui, sobre esta coisa do preço da electricidade vir a baixar nos três últimos meses de 2007 e deixei no ar a pergunta de como seria em 2008.
Agora, que estamos a cerca de duas semanas de serem propostas as tarifas a aplicar para o próximo ano, as minhas dúvidas tornam-se mais fortes, tendo, especialmente, em conta a notícia que dá conta de que o preço da electricidade pode vir a subir mais do que a inflação.
Agora, que estamos a cerca de duas semanas de serem propostas as tarifas a aplicar para o próximo ano, as minhas dúvidas tornam-se mais fortes, tendo, especialmente, em conta a notícia que dá conta de que o preço da electricidade pode vir a subir mais do que a inflação.
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Para todos os gostos
A vitória de Luís Felipe Menezes nas directas do PSD pode, muito bem, abrir um novo capítulo na história do partido, ao deixar, desde já, bem claro que, venham de lá os “barões” (acho piada à nomenclatura) que vierem, o novo manda chuva irá buscar a força e os votos de que necessita às bases do partido, e o seu discurso, mais directo, acutilante e provocador, não deverá passar em claro nem deixar ninguém indiferente.
Na minha modesta opinião, Marques Mendes saiu derrotado, neste segundo confronto que teve com Menezes, fruto, especialmente, do pouco carisma de líder que apresentou enquanto líder do PSD, traduzido numa clara falta de capacidade para levar o partido a fazer uma verdadeira oposição ao governo de Sócrates.
Como sempre sucede, nestas coisas de eleições partidárias, as opiniões sobre os resultados aparecem de todos os quadrantes e para todos os gostos da populaça cá do burgo.
Francisco Anacleto Louçã diz que a eleição de Menezes é uma prova da crise do sistema político e da sua vulnerabilidade ao populismo, tomando como certo que a nova liderança laranja não vai trazer grandes surpresas.
Pela parte do CDS-PP, Nuno Melo considerou que é indiferente quem está à frente do destino do PSD, alvitrando, ainda, que o partido nunca dependeu dos laranjas para nada, afirmação, quanto a mim, algo duvidosa, e que cada qual sabe de si.
Declarações aparte, é bom que os lideres centristas não se esqueçam que, em inúmeras ocasiões, muitos foram os militantes do partido que cederam o chamado voto útil ao PSD.
À esquerda, Jerónimo de Sousa não comentou a vitória de Menezes, mas lá foi dizendo que o problema do PSD é que viu o seu espaço ser ocupado pelo Partido Socialista, o que o deixa sem grandes margens de manobra.
Mário Soares emitiu, talvez, a opinião mais “engraçada”, ao afirmar que o que aconteceu no PSD foi uma desgraça.
Devo ser mesmo lerdo de ideias, nestas coisas de politiquices cá do burgo, porque não consigo descortinar a profundidade e o sentido das afirmações deste socialista convicto, ao dizer que o sucedido não lhe agrada e que se o governo não tem uma oposição forte pode fazer o que bem lhe apetecer e dizer que não tem alternativa.
Ora, tendo em conta as convicções de Soares, digo eu que socialistas e de acordo com as políticas deste governo, há qualquer coisa que me escapa e o antiquado socialista até devia estar contente com a tal “desgraça” alheia.
Uma última nota para as declarações de Santana Lopes, que considera a vitória de Menezes significativa e importante, por quem ganhou e por quem perdeu, numa clara referência ao resultado negativo alcançado pela ala dos tais “barões”.
Na minha modesta opinião, Marques Mendes saiu derrotado, neste segundo confronto que teve com Menezes, fruto, especialmente, do pouco carisma de líder que apresentou enquanto líder do PSD, traduzido numa clara falta de capacidade para levar o partido a fazer uma verdadeira oposição ao governo de Sócrates.
Como sempre sucede, nestas coisas de eleições partidárias, as opiniões sobre os resultados aparecem de todos os quadrantes e para todos os gostos da populaça cá do burgo.
Francisco Anacleto Louçã diz que a eleição de Menezes é uma prova da crise do sistema político e da sua vulnerabilidade ao populismo, tomando como certo que a nova liderança laranja não vai trazer grandes surpresas.
Pela parte do CDS-PP, Nuno Melo considerou que é indiferente quem está à frente do destino do PSD, alvitrando, ainda, que o partido nunca dependeu dos laranjas para nada, afirmação, quanto a mim, algo duvidosa, e que cada qual sabe de si.
Declarações aparte, é bom que os lideres centristas não se esqueçam que, em inúmeras ocasiões, muitos foram os militantes do partido que cederam o chamado voto útil ao PSD.
À esquerda, Jerónimo de Sousa não comentou a vitória de Menezes, mas lá foi dizendo que o problema do PSD é que viu o seu espaço ser ocupado pelo Partido Socialista, o que o deixa sem grandes margens de manobra.
Mário Soares emitiu, talvez, a opinião mais “engraçada”, ao afirmar que o que aconteceu no PSD foi uma desgraça.
Devo ser mesmo lerdo de ideias, nestas coisas de politiquices cá do burgo, porque não consigo descortinar a profundidade e o sentido das afirmações deste socialista convicto, ao dizer que o sucedido não lhe agrada e que se o governo não tem uma oposição forte pode fazer o que bem lhe apetecer e dizer que não tem alternativa.
Ora, tendo em conta as convicções de Soares, digo eu que socialistas e de acordo com as políticas deste governo, há qualquer coisa que me escapa e o antiquado socialista até devia estar contente com a tal “desgraça” alheia.
Uma última nota para as declarações de Santana Lopes, que considera a vitória de Menezes significativa e importante, por quem ganhou e por quem perdeu, numa clara referência ao resultado negativo alcançado pela ala dos tais “barões”.
A novela Madeleine - V
Já há algum tempo que não se ouvia falar do caso, que, obviamente, deixou de ser notícia constante após o regresso do casal McCann a terras de Sua Majestade.
Por momentos, ainda houve uma noticiazeca duma turista qualquer que tinha visto a miúda em Marrocos, ou coisa que o valha, mas ninguém lhe deu grande crédito.
Agora vêm os ingleses dizer que a miúda pode ter morrido por causa duma queda pelas escadas do apartamento abaixo, o que me leva a continuar a perguntar sobre o paradeiro do corpo e onde é que os McCann entram no meio disto tudo.
Por outro lado, à laia de dois possíveis guiões para a novela e numa de ver as preferências do público, o mesmo jornal diz, ainda, que a polícia anda a seguir uma pista que dá conta duma empregada de limpeza do Ocean Club, despedida uns dias antes do desaparecimento da pequena Maddie, como suspeita de ter raptado a miúda, num acto de vingança contra os antigos patrões.
A novela seguirá dentro de momentos, com novos e escaldantes episódios…
Por momentos, ainda houve uma noticiazeca duma turista qualquer que tinha visto a miúda em Marrocos, ou coisa que o valha, mas ninguém lhe deu grande crédito.
Agora vêm os ingleses dizer que a miúda pode ter morrido por causa duma queda pelas escadas do apartamento abaixo, o que me leva a continuar a perguntar sobre o paradeiro do corpo e onde é que os McCann entram no meio disto tudo.
Por outro lado, à laia de dois possíveis guiões para a novela e numa de ver as preferências do público, o mesmo jornal diz, ainda, que a polícia anda a seguir uma pista que dá conta duma empregada de limpeza do Ocean Club, despedida uns dias antes do desaparecimento da pequena Maddie, como suspeita de ter raptado a miúda, num acto de vingança contra os antigos patrões.
A novela seguirá dentro de momentos, com novos e escaldantes episódios…
Passemos a ter cuidado
A não ser por alturas das FP-25, a populaça cá do burgo nunca teve muito com que se preocupar no que toca a acções terroristas dentro das nossas fronteiras, já que os nossos serviços de informação, e as nossas polícias, sempre foram pactuando com as suas congéneres internacionais sem levantar muitas ondas e sem dar muito nas vistas.
A luta contra o terrorismo é, sem qualquer dúvida, um aspecto da maior importância em qualquer país, e Portugal não é excepção, mas esperemos que as coisas não mudem de figura e que a pacatez cá do burgo não seja afectada com este estreitar de relações, entre Portugal e Espanha, fruto duma mera suspeita de que uma pequena célula da ETA poderá estar a operar a partir do Algarve.
A luta contra o terrorismo é, sem qualquer dúvida, um aspecto da maior importância em qualquer país, e Portugal não é excepção, mas esperemos que as coisas não mudem de figura e que a pacatez cá do burgo não seja afectada com este estreitar de relações, entre Portugal e Espanha, fruto duma mera suspeita de que uma pequena célula da ETA poderá estar a operar a partir do Algarve.
Goodbye, Moneypenny

Lois Maxwell (1927 – 2007), conhecida pelas suas catorze interpretações como secretária do manda chuva do MI-6 nos filmes do agente secreto James Bond, morreu, no passado Sábado, com oitenta anos.
Fórmula Um
GRANDE PRÉMIO DO JAPÃO
30 de Setembro de 2007
Fuji Television Japanese Grand Prix
Circuito Fuji Speedway - 4 quilómetros e 563 metros
Resultados
1º - Lewis Hamilton
2º - Heikki Kovalainen
3º - Kimi Räikkönen
Campeonato Pilotos
1º - Lewis Hamilton - 107 pontos
2º - Fernando Alonso - 95 pontos
3º - Kimi Räikkönen - 90 pontos
Campeonato Construtores
1º - Ferrari - 170 pontos
2º - BMW - 92 pontos
3º - Renault - 51 pontos
Próximo Grande Prémio a 07 de Outubro na China.
1º - Lewis Hamilton
2º - Heikki Kovalainen
3º - Kimi Räikkönen
Campeonato Pilotos
1º - Lewis Hamilton - 107 pontos
2º - Fernando Alonso - 95 pontos
3º - Kimi Räikkönen - 90 pontos
Campeonato Construtores
1º - Ferrari - 170 pontos
2º - BMW - 92 pontos
3º - Renault - 51 pontos
Próximo Grande Prémio a 07 de Outubro na China.
Mais informações aqui.
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Fórmula Um - Temporada 2007
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