quarta-feira, 5 de março de 2008

Parcialmente de acordo

Adequar a lei e a actuação da ASAE com vista a não penalizar pequenos produtores nacionais cujo produto final, ao qual a populaça está tão habituada, não é o tradicional senão for manufacturado em condições menos próprias de modo a garantir aquele cheiro e gostinho maravilhosos?

Perfeitamente de acordo.

Dizer que a actuação da ASAE é inadequada, na maioria das situações e nos locais que fiscalizam, e excessivamente repressiva…

Isso já são outros quinhentos, como ficou, aliás, demonstrado na sondagem do Sempre a Produzir, e a gerência deste espaço lúdico está em desacordo.

Será que alguns políticos nacionais ainda não perceberam que uma grande franja da populaça nacional só percebe as coisas à porrada e que frases feitas como “atitude pedagógica e preventiva” não constam do seu vocabulário?

Os consumidores, desconfiados, segundo alguns políticos, devem é ter em atenção as toneladas de alimentos degradados e fora de prazo que não vão parar aos pratos das suas casas, por exemplo, e agradecer à ASAE o facto de não irem parar a um qualquer hospital público e terem que esperar umas horas valentes até que lhes seja feita uma lavagem ao estômago, consequência duma mais do que provável intoxicação alimentar ou duma gastroenterite aguda.

Em desacordo

Não tenho nada contra os imigrantes legais, gente que tenta, nesta merda de país onde vivemos, ter uma vida melhor do que a que tinha no país de origem, e acredito que muitos até já devem estar mais do que arrependidos por terem escolhido cá o burgo para tentar as melhorias a que tanto aspiravam.

No entanto, a populaça deve ter consciência de que muitos dos problemas que existem no nosso país têm origem, precisamente, em grupos sectoriais de imigrantes, por muito legais que sejam, que, por inadaptação ao país de acolhimento ou falta de condições ou qualquer outra razão, acabam por cometer algumas ilegalidades, à semelhança, não digo o contrário, de muitos nativos.

O problema da imigração, seja ela legal ou ilegal, só tende a piorar com declarações como as do líder do PSD que diz que quer habitações condignas para os imigrantes legais.

Digo que tende a piorar porque muitos deverão ser os portugueses que se revoltam ao ouvir Luís Filipe Menezes preocupado com os imigrantes em detrimento de inúmeras famílias cá do burgo que passam pelas mesmas, ou por piores, dificuldades do que os visados.

Se Portugal não tem verba nem condições para ajudar o comum cidadão nacional que luta por uma vida melhor, então como é que pretende ter a veleidade de ajudar o imigrante legal?

As autoridades devem, isso sim, fazer um rastreio, antes de aceitar o imigrante legal, no sentido de analisar, convenientemente, se o candidato a habitante no nosso país possui as devidas condições económicas para começar uma vida cá no burgo, em vez de vir viver em bairros degradados e sem condições.

terça-feira, 4 de março de 2008

Pura coincidência?

À boa maneira mafiosa, um suposto informador da Polícia Judiciária, aparentemente, também ele com um passado algo obscuro e pouco aconselhável, morreu, ontem, num acidente de automóvel, perto da área de serviço de Águas Santas, na A4.

O Ferrari que conduzia ficou feito em porcaria queimada e o próprio do condutor teve que ser identificado com recurso a ficha dentária.

Tal desfecho terá tido origem no que dão as pressas ao volante dum Ferrari, quando não se tem mãozinhas para tal, ou na condução dum Ferrari preparado, por alguma mãozinha marota, para lhe limpar o sebo?

Lido noutros blogs

- Seis, no Tomar Partido
- Uma descoberta genial, n’O País do Burro
- A Insegurança dos Seguranças, no Activismo de Sofá
- Sondagem real, no Mais Actual

Multibanco

Já não ouvia falar no assunto há algum tempo mas, de repente, eis que a questão da possibilidade dos bancos virem a cobrar uma taxa por cada levantamento efectuado nas caixas Multibanco volta a ser notícia, nomeadamente, através da Internet, onde circula uma petição contra esta eventualidade.

Se tal suceder, e, realmente, os bancos vierem a cobrar um euro e meio por cada vez que qualquer cidadão levanta dinheiro numa maquineta MB, é uma imposição inaceitável, só possível num burgo de merda como o nosso.

Pelo sim pelo não, a populaça deve começar a organizar-se e uma das maneiras de o fazer pode passar por assinar esta Petição CONTRA as Comissões Sobre Levantamentos em ATMs (Multibanco).

segunda-feira, 3 de março de 2008

Agradecimentos

Ao blog Afrodisíaco Para os Conventos, pelo link feito ao Sempre a Produzir.

Sondagens

Com tantas sondagens, realizadas nos últimos tempos, a darem como comprovado que o Sr. Sócrates e o seu executivo têm vindo a descer nas intenções de voto da populaça, a minha curiosidade têm vindo a aumentar em relação ao que pensam os leitores do Sempre a Produzir sobre este assunto.

Assim sendo, dou por encerradas as duas sondagens que estavam, actualmente, a decorrer, e cujos resultados apresento a seguir, e abro um novo inquérito sobre as intenções de voto dos leitores.

A todos os que contribuíram com o seu voto nas sondagens anteriores, os meus agradecimentos.

Sobre quem vai ganhar o campeonato de futebol 2007/2008

Sobre a actuação da ASAE

Tendências da populaça

O Barómetro Político Maktest, referente ao mês de Fevereiro, agora findo, revela que, pelo terceiro mês consecutivo, o Sr. Sócrates e o Partido Socialista voltam a registar um queda nas intenções de voto da populaça.

Previsões para 2009

Ainda agora estamos no início de 2008, mas já se sabe que a factura da electricidade vai voltar a sofrer um agravamento em 2009.

Dizem os entendidos que a culpa é do estado, o que equivale a dizer do executivo chefiado pelo Sr. Sócrates, que arrasta à uma porrada de tempo um processo que envolve qualquer coisa como 466 milhões de euros devidos à REN (Redes Energéticas Nacionais), divida essa constante dum documento da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) que fixou as tarifas para este ano.

Conversas fiadas aparte, o que interessa é que o fecundado é sempre o mesmo e, honestamente, estou-me a cagar para tanta burocracia e para se o que pago pela electricidade vai para os cofres do estado, da REN, da ERSE ou de qualquer outra empresa que esteja metida ao barulho sem ainda se ter dado a conhecer.

Interessa-me é saber quando é que acabam com a bosta de monopólio no sector da electricidade e quando é que a lei da liberalização da electricidade vai ser aplicada, para ver se os preços diminuem radicalmente ou se tenho que passar a comprar mega watts aos vizinhos espanhóis.

Mudanças no MAI

O Ministério da Administração Interna (MAI) vai transferir alguns dos seus serviços para o luxuoso TagusPark, em Oeiras, segundo um despacho publicado, hoje, no Diário da República.

Encarregues da busca incessante dum imóvel que servisse aos serviços a transferir esteve, precisamente, um dos serviços a transferir, a Direcção-Geral de Infra-Estruturas e Equipamentos (DGIE), que encontrou o espaço desejado para arrendar pela módica quantia de 185 mil euros por mês, ou seja, mais de dois milhões de euros anuais.

Será que não haveria, algures, um imóvel já pertencente ao erário público que servisse as pretensões do MAI?

É que, vendo bem as coisas, lá vai o pobre coitado do cidadão continuar a descontar para estas tretas, em vez de ver os seus euros a serem convenientemente aplicados noutras coisas bem mais importantes.